Cerimônia de Posse: Uma Nova Era
No dia 10 de agosto de 2026, o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) de Suzano iniciou um novo capítulo com a posse de 36 novas conselheiras que atuarão até 2028. A cerimônia, realizada no Cineteatro Wilma Bentivegna, contou com a presença de diversas autoridades, membros da sociedade civil e das conselheiras, que agora têm a missão de implementar políticas públicas e fortalecer a voz feminina na comunidade.
O papel do CMDM na Sociedade
O CMDM é um órgão essencial vinculado à Secretaria Municipal de Governo. Desde a sua criação, por meio da Lei Municipal nº 3.424, em 28 de março de 2000, ele tem funcionado como um espaço de diálogo e participação social. O conselho é responsável por propor, acompanhar e avaliar ações voltadas para a promoção dos direitos das mulheres, destacando-se na luta pela igualdade de oportunidades e cidadania.
Quem são as Novas Integrantes?
A nova presidência do CMDM ficará sob a responsabilidade de Patrícia Braga, conselheira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SP). A vice-presidência será exercida por Rosemary Caxito, integrante da Guarda Civil Municipal de Suzano. Juntas, elas trazem experiências e visões diversificadas para enfrentar os desafios que surgirão ao longo do biênio.

Importância da Participação Feminina
A participação ativa de mulheres em espaços de decisão é crucial para o desenvolvimento de políticas públicas que atendam às reais necessidades da população feminina. O CMDM permite que a voz das mulheres seja ouvida e considerada nas deliberações e na formulação de projetos e iniciativas. Neste novo ciclo, a expectativa é aumentar essa representatividade e garantir que as políticas reflitam as múltiplas necessidades das mulheres em Suzano.
A Gestão que Se Inicia
A nova gestão expressa um compromisso em dar continuidade a um trabalho fundamental que já dura mais de vinte anos. Através do CMDM, a cidade busca avançar em iniciativas que promovam o empoderamento feminino e que enfrentem as diversas formas de discriminação. Os novos conselheiros terão o desafio de construir sobre os legados deixados pela administração anterior, mantendo a luta pelos direitos das mulheres como uma prioridade.
Reconhecimento do Trabalho Anterior
Durante a cerimônia, o trabalho da gestão anterior foi destacado, em especial o empenho da representante da Secretaria de Governo, Beatriz Santos, que esteve à frente do CMDM. Sua administração foi fundamental para o fortalecimento das ações em defesa dos direitos das mulheres de Suzano, e seu legado será um ponto de partida para as novas conselheiras.
Desafios e Oportunidades para o CMDM
A nova equipe do CMDM enfrenta diversos desafios, incluindo o combate à violência contra a mulher, a promoção de saúde e bem-estar e a criação de condições para a participação efetiva das mulheres na sociedade. Ao mesmo tempo, essa equipe terá a oportunidade de inovar e implementar estratégias que aumentem a visibilidade das questões femininas e promovam maiores diálogos entre o Poder Público e a comunidade.
Declarações das Autoridades Presentes
Autoridades presentes na posse, como a primeira-dama Déborah Raffoul Ishi e os secretários municipais, enfatizaram a importância da nova formação do CMDM. Para o secretário de Governo, Alex Santos, a posse simboliza um avanço nas práticas de inclusividade e um passo essencial para que as preocupações femininas sejam efetivamente endereçadas. A primeira-dama destacou a relevância do papel das mulheres em decisões que impactam sua própria vida e a sociedade como um todo.
Políticas Públicas e Direitos das Mulheres
O CMDM terá como prioridade a apresentação de propostas e ações governamentais que visem ampliar as oportunidades para as mulheres. Atingir essa meta requer articulação com diversas entidades e associações que compõem a rede de proteção e atendimento às mulheres. Os novos conselheiros irão promover discussões que garantam que as perspectivas e demandas das mulheres sejam consideradas nas políticas municipais.
Expectativas para o Biênio 2026-2028
O biênio que se inicia promete ser um período de ação e mobilização. As novas conselheiras têm a responsabilidade de avançar nas discussões sobre igualdade de gênero e de lutar por uma cidade onde as mulheres possam viver com dignidade e respeito. A colaboração com a sociedade civil e a interação com outros órgãos governamentais serão fundamentais para atingir esses objetivos.
